Para o sorvete:

  • 1 pacote de gelatina de morango;
  • 250ml de água quente (p/ dissolver a gelatina);
  • 1 lata de creme de leite (sem soro);
  • 1 lata de leite condensado;
  • 3 claras de ovo;
  • 3 colheres de sopa de açúcar.

Diluir a gelatina e deixar reservada. Utilizar uma batedeira para preparar claras em neve. Acrescentar 3 colheres de açúcar e bater por mais cerca de 3 minutos, para transformar em “merengada”. Adicionar o leite condensado, creme de leite e a gelatina. Bater tudo, bem devagar, até deixar homogêneo. Depois, deixar descansar um pouco e com um garfo ou colher desmanchar os grumos da merengada que vão aparecer. Levar ao congelador por 4 horas.

________________

Para a calda:

  • 2 pacotes de morangos;
  • 3 colheres de sopa de vinho tinto;
  • 1 xícara de açúcar

Colocar em uma panela: os morangos, o vinho tinto e o açúcar por cima. Não é necessário mexer. Acender em fogo alto e quando subir a fervura, baixar o fogo. (Não sei quanto tempo tem que ferver, não foi especificado).

Vi no “Anonymous Gourmet”

Vídeo composto pelas fotos da viajem à Barley. Editado pela Patty…

Não sou um bom apreciador de “baladas”. Aliás, esse termo me soa como um tiroteio no “Morro do Alemão”, ou algo do gênero. Mas há quem goste, né? E para ser sincero eu acredito que a maioria das pessoas realmente tenham predileção por essas indiadas, em lugares escuros, cheios de gente, com um bate-estaca ao fundo – ou mesmo com alguma música decente, mas com viventes saindo pelo ladrão, sempre…

Acontece que eu me defino como um botequeiro (de boteco, peloamordedeus!) Gosto mesmo é de barzinhos onde se possa conversar em tom normal (mesmo que meu “tom normal” seja, praticamente, gritado) enquanto bebe-se várias cervejas, escutando, talvez, uma música de fundo. E mais importante: com pessoas singulares em volta. Não que eu me defina como tal e, sendo assim, eu mesmo seria excluído do meu próprio grupo de interesse(!), mas em suma: pessoas que não estejam tão preocupadas com a marca do seu tênis e demais acessórios e que não te achem um cara diferente por que fazes administração na PUC (não tenho nada contra os administradores, em todo caso…)

E neste sábado, um amigo meu, que na verdade é mais afastado do que me é de agrado, me apresentou o Porão, estabelecimento administrado por seu Vitório, também dono do mui bem quisto e afamado Água-de-beber (no qual, infelizmente, nunca pus meus pés.) A proposta do bar, por si só, já é maravilhosa: degustação de cerveja, em clima mais intimista. Somente pessoas do círculo de confiança de seu Vitório freqüentam o ambiente.

O interessante é que, claro, eu mesmo nunca havia conversado com ele. Quem me apresentou à casa, a Vitório e às regras de conduta do lugar foi esse meu amigo. Nas palavras do próprio Vitório, enquanto batia no ombro do meu colega: “A casa é tua, tu bem sabes. Explica para ele como funciona tudo”, e apertou minha mão, já girando nos calcanhares.

Lá no Porão não existe comanda, garçom ou qualquer semelhança com os bares tradicionais. O cliente escolhe um copo (de vidro, não de PVC), abre o freezer e pega uma garrafa da sua cerveja preferida ou experimenta alguma ainda desconhecida. E são várias, nesse último quesito: cervejas artesanais, importadas, puro-malte, pretas… Se na geladeira não constar a sua seleção, seu Vitório desce as escadarias por detrás de uma porta de madeira, passa pelo guardião local, o Totó (um simpático fila-brasileiro marrom, com uns caninos parecendo presas de elefante africano), e vasculha o ambiente vasto e escondido, onde são guardadas diversas garrafas do que há de melhor em se tratando de cerveja, e que cede nome ao bar: o Porão.

Existe ainda a possibilidade de, ao invés de se escolher a dedo e pouco conhecimento a sua própria cerveja, aproveitar a degustação com as indicações da casa, sendo que cada sabor é intercalado com petiscos para aprimorar, preparar ou aliviar o paladar para a próxima sugestão.

O Porão é um bar de proposta única, senão no Brasil, pelo menos em Porto Alegre. Fica na esquina da João Abott com a Carazinho e funciona entre as 18h e 22h durante a semana, e das 18h às 23h aos finais de semana. Mas sugiro que você vá a algum bar da Lima e Silva, por que se Vitório não o reconhecer, talvez o seu anfitrião seja Totó.

PS.: Escrevi esse texto em 2007. Resolvi postar agora, porque o blog tá há muito tempo parado e não me veio nada mais interessante à mente…

Chegamos, enfim, à idade adulta. Os “Comandos em Ação” ou a “Barbie” já não fazem mais parte do nosso dia a dia. Os brinquedos, outrora grandes demais pra sua estatura, são agora pequenos demais se comparados ao ridículo que seria tentar usá-los. Imagine uma piscina de bolinhas, com Mariazinha, Pedrinho e Joãozinho se divertindo, quando aparece o Jorjão e se joga lá dentro: é bolinha voando pra todos os lados, crianças chorando e correndo desesperadas para os braços dos pais – que o invejam, isso é fato, mas mesmo assim riem de você e lhe chamam de um monte de coisas, que vai do inocente “abostado”, passando pelo saudoso “filho-de-uma-puta”, até a gravíssima acusação de “pedófilo”, essa bem em voga ultimamente e provavelmente por causa daquele pop-star às vezes branco, às vezes preto, às vezes narigudo, noutras desnarigado. Podem ocorrer alguns socos e pontapés e, francamente, justificáveis, seu crianção… Com isso fica bem claro que está na hora de enfrentar a vida, ouvir a voz da maturidade, aquela que está ecoando alto e que faz com que as pessoas ao seu redor lhe encarem de maneira ora piedosa, ora jocosa, ora assustada. Na verdade, não: isso não é a sua consciência, fica mais embaixo… Isso é seu estômago.

Pois é, tai uma faceta da vida adulta a qual nem todos estão totalmente preparados para encarar: a realidade de que papai foi pra roça e mamãe foi vender Avon e não há comida pronta nem dinheiro para tele-pizza. Claro que há o Miojo, e quem não sabe a receita? “Dois copos e meio de água na panela, deixe ferver e então… Coloque o macarrão, preste atenção! Só três minutos, já está bom. Misture o tempero com o macarrão e está pronta uma gostosa refeição!” – mas convenhamos que às vezes arroz e ovo frito não é de todo ruim, principalmente quando começamos a procurar os temperos mais exóticos, por já haver experimentado todos os tradicionais: sabor vegetais folhosos, sabor moela de ema hermafrodita, sabor timo com um Chianti…

Por esse motivo, é interessante aprender a fazer essa refeição que vai bem com qualquer coisa: o arroz. Com arroz, dá pra comer até a Derci Gonçalves… Mesmo morta! Aquela idéia do arroz com ovo, buenas… O ovo frito é mais complexo, mas o cozido, todos sabem como preparar. A grande questão é que o preparo do arroz tem uma série de entraves e paradigmas que nos cabe pelo menos alguma reflexão. Vamos aos detalhes: para cada xícara de arroz, duas de água. Muito bem, isso num mundo perfeito aonde todas as xícaras são do mesmo tamanho e o arroz não pertence a uma família, tipo, grupo, sub-grupo… Nesse caso, a medida dos dois dedos de água acima da quantidade de arroz que está na panela vem a calhar, eliminando esse terrível dilema da xícara, se é de porcelana chinesa, Duralex, se tem 200ml ou 300ml, se vem com ou sem pires; foda-se a xícara! O arroz tem aquele parboilizado, que dizem as más línguas, não deve ser frito. Na dúvida, seria interessante dar uma fritadinha, mal não deve fazer, mas como já colocamos a água por cima do arroz, agora é tarde… É possível pôr cebola, mas cortá-la é um problema, porque sempre nos faz chorar – deve ser por lembrarmos dos tempos em que o arroz era feito por mamãe, e vinha soltinho e cheio de Sazon. Foda-se a cebola também!! Finalmente, uma pitada de sal… Mas que raio é “uma pitada de sal”? A minha pitada, a sua, a nossa? E dependendo da quantidade, é uma pitada mesmo ou são várias? Na dúvida, foda-se, também, o sal!! Quem quiser que salgue depois… É só deixar a água ferver toda e quando o cheiro de queimado começar a ficar muito forte, ou a vizinha chamar os bombeiros, está na hora de desligar o fogão e “mangiare”!!

Muito bem. Essa epopéia deve garantir, pelo menos, que o arroz fique mastigável e digerível, já que cru o sabor até pode ser pior e o “day after”, com certeza mais dolorido. Se o arroz ficar “unidos venceremos”, há ainda uma alternativa da alta-gastronomia e que com certeza vai fazer um bem danado pra sua vida social: coloque vinagre no grude, abra uma lata de sardinhas, mas daquelas com molho de tomate – que é pra parecer salmão – e chame seus amigos para um sushi! Se ninguém morrer, vai haver muita história pra contar…

1.  As tartarugas vermelhas são mais inteligentes (e perigosas) que as verdes.

2. Se você estiver dirigindo e ver um raio brilhante ou qualquer objeto estranho de cores chamativas e agradáveis, passe por cima. Se X acelera, A é o turbo.

3. Atirar na cabeça é mais eficaz que em qualquer outra parte do corpo.

4. Allejo foi melhor que Pelé.

5. Nem todas as caixas podem ser empurradas. Muito menos todas as portas podem ser abertas.

6. Só pise no acelerador quando o sinal abrir.

7. Jamais corra fora da pista.

8. Se você não tiver armas ou não souber dar socos, pule na cabeça do desgraçado.

9. Em alguns casos, estrelas são mais importantes que moedas.

10. Não importa qual a distância que você esteja do gol, sempre chute da lateral.

11. Carrinho de lado não é falta.

12. Falta no goleiro leva à expulsão.

13. Golpes especiais, como saltar e dar um soco, fazem você perder vida (desde que você acerte o oponente).

14. Com socos e chutes você quebra carros com mais facilidade do que usando barras de ferro.

15. Não importa o modelo. O carro azul corre mais.

16. Gol olímpico é mais fácil que gol de falta.

17. Nunca é a última fase.

18. Select é tão útil quanto o Scroll Lock ou um bloco amarelo com uma exclamação.

19. Um ataque de zumbis não é nada caso você tenha uma Glock com 10 balas e uma boa mira.

20. Às vezes, uma facada funciona melhor que um tiro.

21. A vida não tem continues infinitos.

22. “Winners don’t use drugs – William S. Sessions – FBI”

23. Não importa qual o seu problema, ele pode ser resolvido com um lança chamas.

24. Ninjas sabem jogar golfe.

25. Você pode construir uma civilização somente com pedras, ouro e madeira.

26. Quando uma pessoa morre ela pisca até desaparecer.

27. Vampiros? Arrumem uma corrente.

28. Meia lua para frente + soco forte = algo interessante.

29. Paredes com rachaduras costumam guardar segredos.

30. Quanto maior o lutador, pior ele é.

31. O reforço sempre chega depois que você mata todo mundo.

32. Nem tudo na vida é Save Game. Portanto, nunca deixe de anotar o password.

33. No final das contas, você se fode para salvar o mundo ou uma mulher.

34. Dirigir pode ser muito mais interessante caso você esteja ouvindo “Highway Star”, “Paranoid” ou “Born to Be Wild”.

35. As melhores épocas de nossas vidas são as fases bônus.

36. PAC MAN nada mais é que correr atrás de balinhas enquanto se ouve uma música repetitiva. Ou seja, uma rave.

37. Você não precisa saber uma única nota musical para ser um astro do rock. Basta ter coordenação motora.

38. Paradas para abastecer o carro ou o avião atrapalham muito.

39. Nem todas as caixas de madeira são quebráveis. Só as mais brilhantes.

40. Barris explosivos são muito bons para matar um grande grupo de pessoas. Basta um tiro certeiro.

41. Nem todos os canos verdes o levam até o esgoto.

42. Não existem castelos sem lava.

43. Quase todos os heróis começam a vida deitados numa cama.

44. Pouco me importa se não adianta nada. Morrermos apertando Start para a introdução passar mais rapidamente.

45. As chaves podem ser do seu tamanho, mas você acha um lugar para guardá-la.

46. Correr no gelo escorrega. Muito.

47. Nem todos os rios estão para nado.

48. Comidas costumam te encher de vida.

49. Seu carro capotou, saiu da pista e explodiu? Ok, aguarde um instante que ele vai voltar piscando.

50. Cogumelos verdes. Não morra antes de provar pelo menos um.

by Uhull

Produto 100% natural, fitoterápico e sem contra-indicações. Light, diet, 0% de gordura trans, sem colesterol, sem agrotóxicos, sem conservantes. Dietético, diurético, anoréxico… A impressão que tenho é que quanto mais se come, mais se emagrece. Ou pior ainda: para engordar, basta fazer jejum!

Nada contra a alimentação dita saudável: no geral, talvez com a exceção das bebidas, até que tem um monte de coisas bem gostosinhas – e não tô falando da garota Coscarque. Mas que há de se desconfiar de tantos benefícios, isso é fato. Além do que, eu sou o chamado “magro de ruim”: não vejo campanhas contra a magreza esquelética – e os problemas nesse sentido só fazem aumentar, muito provavelmente por esse culto nojento ao perfil magérrimo.

Se a obesidade mórbida é um problema dos nossos tempos modernos, também o são anorexia e bulimia, mas isso é tétrico e pessimista demais pra ser divulgado, comentado e alertado na mídia ou até mesmo em conversas informais entre amigos. E mais: não há porque reclamar ou queixar-se disso pois pensar que as coisas vão mudar, que voltaremos ao perfil roliço como o ideal, é ilusão.

O que me incomoda é tentar achar um pedaço de bacon, com todo o colesterol possível, ou uma bolachinha recheada cheia de gordura trans, ou um iogurte com lactose saindo pelo ladrão e me deparar, inevitável e inexoravelmente, com os similares compostos de soja e totalmente transgênicos. Isso pra não citar o fato do porco ter sido alimentado com ração light…

Buenas, a idéia do Denis foi realmente muito boa. Vou começar complementando uma das sugestões dele: “21 Gramas” de Alejandro González Iñárritu, faz parte de uma trilogia, como a maioria deve saber – além dele, temos “Amores Brutos” e “Babel”.

Todos esses são excelentes sugestões e apesar de se tratar de uma suposta trilogia, não é necessário ver um para entender os outros, tampouco há uma ordem específica para a coisa toda – mais ou menos como acontece com outra trilogia que também muito me agrada (“Sympathy for Mr. Vengeance”, “Oldboy” e “Sympathy for Lady Vengeance”), daí do diretor coreâno Chan-wook Park, em que o tema abordado é a vingança em suas diversas possibilidades.

Mas voltando ao Iñárritu: não sei se alguém sabe exatamente qual é a proposta da trilogia e por esse motivo vou tentar a minha interpretação: cada um dos filmes narra confluências entre personagens que necessariamente não possuem grandes afinidades, mas em cada película vemos uma trama em proporções diferentes, já que no primeiro, “21 Gramas”, três personagens se cruzam por causa de um acidente de carro; no segundo “Amores Brutos”, três histórias dentro de uma cidade coincidem, também por causa de um acidente automobilístico; e finalmente temos “Babel”, o terceiro e último filme, em que quatro histórias, de pessoas em diversos cantos do planeta, convergem em restrição ao acidente inicial, sofrido por uma turista no oriente médio. Sendo assim, essa é a minha interpretação e, imagino, também a razão pela qual o último filme possui esse sugestivo título: todos nós estamos conectados de alguma maneira, em algum momento, e não interessam muito questões relacionadas a idiomas, nacionalidades e crenças – em essência, somos tudo “farinha do mesmo saco”.

Quem já viu os filmes, por favor, comente. Quem ainda não viu, fica minha sugestão.

O barulho dos carros na rua – especificamente, o ruído das rodas ao passar pelos paralelepípedos – impediam o sujeito de pegar no sono. No fundo, ele já não tava mais nem aí, porque eram cinco da manhã e já havia se conformado em ter perdido também aquela noite de sono. Foda mesmo era pensar em aturar o dia que estava por vir…

Daí, como sempre, seu relógio soou as sete. O relógio sim, conseguia passar através das noites e dos dias, dormindo ou não, e o mais próximo de uma reclamação, o que seria o mau-humor do relógio frente à insônia, era aquela monótona sinfonia de “pi-pi-pis” que incomodavam, na verdade, a todo mundo em volta à exceção do próprio relógio.

Tomou banho, tomou café, tomou chuva ao sair de casa, tomou a condução até o trabalho, tomou um susto ao ver que a passagem havia aumentado novamente, tomou uma mijada do chefe quando chegou atrasado: tomou no cu e consentiu, afinal, o que poderia fazer?

Fez os relatórios que lhe solicitaram, correu pra lá e pra cá; atendeu as ligações e foi tremendamente paciente com o estagiário burro e inexperiente que teimava em só atravancar o seu trabalho. Conseguiu até ter uma ereção, apesar daquela bobeira pós-almoço, quando a Carlinha, a secretária dos sonhos, lhe deu boa tarde e um sorrisinho de soslaio.

E assim foram passando as horas, uma após outra, naquele marasmo cotidiano que parece só piorar quando a gente ta virado. Mas ele resistiu bravamente e por esse motivo se dirigiu à porta da rua com o peito estufado e cheio de sede…

Tomou um ar, tomou chuva novamente, tomou a condução lotada por causa da hora do rush, tomou uma sacolada na cara da tia que voltava do supermercado, tomou o elevador e chegou ao seu apartamento, tomou coragem e abriu a geladeira: e após esse dia maçante e todos os acontecimentos agradáveis ou não, achou muito justo por fim tomar a última Heineken que restara da festinha do fim de semana.

E naquela noite, dormiu: feito um bebezinho…

Mais algumas peças publicitárias muito boas da Heineken…

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coisas do Tarantino:

  • Cães de aluguel
  • Amor A Queima Roupa (True Romance)
  • Assassinos Por Natureza
  • Pulp Fiction
  • Grande hotel (Four Rooms)
  • Um drink no inferno
  • Jack Brown
  • Kill Bill
  • Sin City
  • Grindhouse Death Proof e Planeta Terror

Guy Ricthie:

  • Jogos, trapaças e dois canos fumegantes
  • Snatch

outros:

  • Fora de rumo
  • Filhos da esperança
  • Plano perfeito
  • Saída de mestre
  • Identidade
  • A senha Swordfish
  • Possuídos (o com o Denzel washington, o da Ashley Judd eu nunca vi)
  • Quinta feira violenta
  • Prenda-me se for capaz
  • Ronin
  • Vidente
  • Con Air
  • Um homem de família
  • 88 minutos
  • Perume de mulher
  • Jogos mortais e afins
  • Identidade Bourne e afins
  • K-pax
  • Taxi Driver
  • O Profissional
  • Casino
  • Adrenalina
  • Penalidade Máxima
  • O Procurado
  • Hancock
  • Mistério da Libélula
  • Eterno brilho de uma mente sem lembrança
  • Efeito borboleta
  • 16 quadras
  • 21 gramas
  • A chave mestra
  • Requiem para um sonho
  • Janela secreta
  • Antes que o diabo saiba que você está morto
  • Colateral
  • Dia de treinamento
  • Encontro marcado
  • Nova York sitiada
  • Xeque mate
  • Os Infiltrados
  • Plano de vôo
  • Por um fio (o gringo óbvio)
  • Quatro irmãos
  • Um ato de coragem
  • Um crime de mestre
  • Zodiaco

Continuem por favor

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